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quarta-feira, julho 11, 2007

ESTREIA HOJE NA COVILHÃ - Teatro das Beiras


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sexta-feira, junho 08, 2007

Faculdades ubianas


Outro dia tive a oportunidade de falar com alguns ainda alunos da UBI e vim a descobrir que a bela da Instituição já não tem só uma Faculdade. Então, agora existe a Faculdade de Ciências da Saúde, a Faculdade das Engenharias, a Faculdade de Artes e Letras, etc etc. Isto assim até parece outra!!! Deixou de existir o pólo I, o II, o III, etc e tal.

Passou um ano e parece que tudo mudou... primeiro chegou Bolonha (graças a deus que acabei o curso no ano passado), e agora já só temos faculdades disto e daquilo, qual será a próxima novidade? Vão acabar com as proprinas? Ou então, será que o próximo passo é fazer uma faculdade de Comunicação? Já estou a imaginar...um prédio enorme, cheio de salas, com um computador, uma câmara de vídeo (com tripé e microfone), um estúdio de rádio, por cada aluno... era fixe!!! Mas não deve ser isso... ehehe

Delírios...sim!!! A UBI até tem crescido bastante e dou os parabéns a quem conseguiu isso, mas têm dado demasiada atenção a uns cursos e esquecem-se de outros. Há cursos e alunos que estão a ser prejudicados com esta falta de atenção. Há algo que não podem esquecer é que sem alunos não há cursos e por conseguinte, não há faculdades...

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segunda-feira, maio 21, 2007

Lusofonia 2007


O final de tarde de ontem, domingo, 20, encheu o palco do Teatro-cine da Covilhã de calor e ritmo. As comunidades lusófonas juntaram-se para mais uma demonstração das danças, roupas, música, poemas.. um pouco de tudo o que se faz e que ainda é tradição nestes países. Em comparação ao ano passado pareceu-me que as pessoas aderiram mais a este espectáculo, que já vem sendo uma tradição na cidade covilhanense. Quem por lá passou pôde ver uma demonstração de capoeira, um desfile de roupa tradicional e a actuação de um grupo de dança que fez vibrar todos os presentes. Digamos que foi um domingo diferente dos domingos na cidade, onde quase ninguém sai à rua, este foi certamente bem mais caloroso e alegre.

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quinta-feira, maio 10, 2007

Puxando a brasa à minha sardinha...mas com respeitinho ao Salazar




O texto de "Férias Grandes com Salazar" foi escrito pelo dramaturgo espanhol Manuel Martínez Mediero, que decidiu desmistificar a figura do ditador, satirizando-o.
António de Oliveira Salazar nasceu em 1889 em Santa Comba Dão e iniciou a sua carreira política em 1921. Tornou-se chefe do Governo em 1932 e manteve-se no poder até 1968, quando foi afastado por motivos de doença. Morreu em Lisboa em Julho de 1970.
Este texto foi levado à cena pela primeira vez em Idanha-a- Nova em 1997 pelo Teatro das Beiras.
Dez anos depois, o Teatro Nacional D. Maria II decidiu representá-lo em Lisboa, enquadrado num ciclo sobre a memória histórica portuguesa, que inclui peças como "Vinte e Zinco", que se estreia quarta-feira ou "A Filha Rebelde", actualmente em cena.
Carlos Fragateiro, director do D. Maria II, explicou à Lusa que a decisão de apresentar esta peça nada teve que ver com o revivalismo recente em torno de Salazar. A ideia era anterior.
"O que é curioso é que o ressaltar da figura de Salazar nos abriu um campo de publicidade quase gratuita", referiu, apontando como exemplo a cobertura que os jornais fizeram de um `casting` para encontrar um actor que a encarnasse.
A escolha acabou por recair em Francisco Brás, 52 anos, que já trabalhou com o D. Maria II, o Teatro Aberto, a Comuna, o São Luiz, o Villaret, o Teatro da Malaposta, participou em várias telenovelas, telefilmes e fez teatro radiofónico.
"É um grande desafio fazer este papel", disse à Lusa o actor, sublinhando que quando respondeu a um anúncio para o `casting` nunca esperou ser o escolhido.
Uma vez feita a escolha, lançou-se ao trabalho "com afinco", "tentando dar homogeneidade à representação".
"Já é altura de nos distanciarmos das nossas personagens históricas e olharmos para elas com um certo sarcasmo e brincarmos", considerou.
No texto, isso é feito pelo olhar de um espanhol. Manuel Martínez Mediero escreveu esta peça em 1990, depois de um interesse de longa data pela figura "ímpar" do ditador.
José Carretas, responsável pela encenação no Teatro das Beiras, volta a assinar a encenação e agora também a cenografia no Teatro da Politécnica, num espectáculo que conta (tal como o primeiro) com a colaboração da Junta da Extremadura.
"Há ideias que se mantiveram da primeira versão da peça, como a aproximação da cenografia à ideia das mercearias e das galinhas, mas este espectáculo é diferente, não houve a preocupação de reproduzir o anterior", assinalou.
A mercearia "é uma metáfora" que mostra "a figura de alguém da aldeia, com uma mentalidade que se aproxima da do merceeiro, que contava a vida aos tostões".
"Era esse o modelo que queria para o país", disse o encenador.
Quatro dos actores que participaram no anterior espectáculo integram esta nova produção, mas os outros, incluindo o protagonista, são diferentes.
O actor Mário Timóteo, que foi o Salazar da peça de 1997, já morreu.
Além de Francisco Brás, integram o elenco Ana Margarida Carvalho, Elisa Neves Ferreira, Eva Fernandes, Cândido Ferreira, Pedro Fiúza, Cândido Gómez, Filomena Gigante, Carlos Marques, João Miguel Melo, Miguel Telmo e Rini Luyks (músico) "As personagens de alguma forma mudaram porque os actores também são diferentes", apontou Carretas.
"Férias Grandes com Salazar" vai estar em cena de 24 de Abril a 13 de Maio e é um espectáculo para rir.
Agência LUSA

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segunda-feira, abril 30, 2007

Badabin...badaboooooom

Não contentes com procurar como construir uma bomba na internet, jovens da Figueira da Foz e da Covilhã( actual morada desta bloguista) decidiram mesmo experimentá-las e causaram alguns ferimentos a outros jovens.
Um ano depois os da Covilhã foram identificados.

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